quarta-feira, 23 de agosto de 2017

domingo, 20 de agosto de 2017

Vila da Guia


No pequeno templo da N.ª Sr.ª da Guia, a arte pintada na madeira do tecto, 

espelhada com o seu candelabro.

Relíquias do inicio do séc. XVIII.



Cidália Rodrigues

Tempo das uvas

Já lá vai o dia de S. Lourenço

quem tem videiras

Pode encher o lenço

Uvas maduras

Doces e puras



Cidália Rodrigues

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Sem óculos



Sem óculos

Meus olhos já cansados
Num corpo ainda activo
Vêem tudo tremido
Sem óculos não sou nada
Tudo é estranho e sem sentido
Todo o ritmo de uma vida
Se oculta
Numa visão distorcida
Que tristeza é a vida
Quando os olhos já cansados
Pouco avistam à distância
Quer à noite, quer de dia
Se os óculos não usar
É tudo estranho
As letras formam riscos
Desfocados e sem brilho
É como o dia sem luz
Sem sol e alegria


15 de Julho de 2015

Cidália Rodrigues

Entreguei-me à saudade


Entreguei-me à saudade por momentos
neles revivi as horas e os dias e os anos
em que vivi, junte a ti minha mãe,
Nestes ecos de saudade
te vejo na eternidade
entre estrelas e os anjos


Cidália Rodrigues

sábado, 12 de agosto de 2017

Seria belo e elegante



Belo é o mundo quando vestido de paz e luminosidade. As estrelas no horizonte e o sol todo formoso, que nascem para darem a todos o que há de mais distinto e precioso.
Vi chegar o novo dia, para uns de alegria, em família e amizade, para outros, o desprezo e a falsidade. 
Vi chegar o novo dia, para uns de sol brilhante para outros de sol triste e com nuvens escuras de maldade. Se não houvesse tanto egoísmo, seria tudo tão belo e elegante...




Cidália Rodrigues

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Dispersos



Dispersos
Os versos se soltam
Rimados, abertos
Soltos
Encantados
São salmos
Que saem do canto
Enquanto medito
A olhar as estrelas lá no infinito



Cidália Rodrigues